
Um olhar mais atento sobre as Ongs ambientais Um olhar mais atento sobre as Ongs ambientais
Ao contrário do nos fazem imaginar, as ongs ambientais de São José, em sua maioria, não são compostas de homens e mulheres abnegados que se organizam para resistir aos processos predatórios do capitalismo selvagem que vivemos sobre o nosso meio ambiente, mas pelo contrário, em sua grande maioria, são formadas por grupelhos de 3 à 6 indivíduos cada ( o que os fez apelidarem-se entre si jocosamente de Ings – indivíduos não governamentais) em geral filhos da burguesia ressentidos por estarem excluídos do sistema formal devido às suas enormes incompetências pessoais, fruto de más formações acadêmicas em geral, passadas em churrascadas eternas, bebedeiras e muita maconha, que, uma vez de fora, montam Ongs com dois propósitos: validar uma representatividade social que não possuem e encobrir suas vagabundagens e, como dizem as más línguas, clubes de maconheiros, o verde que mais importa pra essa turma é o da “erva” e das “verdinhas” do Tio Sam.
Com essa falsa representatividade que se resume aos interesses pessoais de duas a três pessoas, usam seu imenso tempo livre pra percorrer rádios, jornais, metendo a boca em tudo e em todos até que alguém lhes dê um cala-boca generoso, daí, os leões da justiça, voltam à ser os cordeirinhos da safadeza com os bolsinhos devidamente recheados.
Exemplos dessa prática não faltam, como os que criticavam a Petrobrás à torto e direito e depois de fechar um contratinho sujo de um milhão de reais, passaram à defender espuriamente à mesma, assim como um grande corja que descia o pau na prefeitura todo dia numa rádio, depois que ganharam carguinhos públicos polpudos na mesma, passaram à dizer amém pra tudo e até a defender irregularidades (né mesmo Dedé da Valetudo?)
Avessos à disputas eleitorais (afinal o sufrágio dos votos revelaria sua total falta de representatividade, com a qual negociam por baixo dos panos interesses particulares como boquinhas na prefeitura e contratos), preferem viver eternamente de seu marketing fajuto e vagabundo sem nada de concreto realizar para o bem do município.
Lógico que nem todos se encaixam neste perfil e é preciso separar o joio do trigo. O IEPA do abnegado Marcelo Godoi, na sua defesa heróica em defesa dos animais silvestre e de rua; o Ecosolidário, entidade séria encabeçada por justíssimo Dr. Machuca e o ex-padre Marcos, assim como os incansáveis Vicente Cioffi e José Morais são exemplos de que ainda há gente muito séria e compromissada no meio de tanto sujeira e pra esses, tiro meu chapéu.
Infelizmente, para nossa infelicidade, a grande maioria dos outros é composta de Dedés, Lelês e Betinhos, gente da pior espécie que só se interessa por dois verdes: a “erva” e a grana.
Triste para uma cidade que tem entre seus cartões postais o Banhado e São Francisco Xavier.
Jorge Saladino