quarta-feira, 14 de janeiro de 2009

6,8 milhões do nosso dinheiro com propaganda, isso é politucanagem!!

6,8 milhões é o que a tucanalha vai gastar do nosso dinheiro só este ano com “jabá” em propaganda pra TVs, rádios e jornais pra que todo mundo fique bem quietinho e finja que tudo na cidade vai às mil maravilhas.

Até o Totonho Leite Azedo deve beliscar sua lasquinha. Suas criticas atuais são só birrinhas de velhinho mimado querendo mamar, depois, nem tente ligar na rádio pra reclamar, que sua ligação sempre cairá, do mesmo jeito que estamos caindo sempre no conto do vigário.

Controlando os meios de comunicação, comprando lideranças com promessas de cargo, alisando empresários, fica fácil chegar em primeiro lugar e mesmo que seja no sufoco.

Uma oposição acomodada que só critica em véspera de eleição também ajuda e o povo, sem ter opção, acaba engolindo mais do mesmo até que exploda, daí, vai ser pena de tucano, galinha e de faisão por todo lado.

Jorge Saladino

4 Comentários:

Anônimo disse...

Boca no trombone
Vocês jabá? Queremos! Querem mais jabá? Lógico que queremos! Pagou, publicou.
Jornalistas e radialistas de São José dos Campos formam uma legião de pedintes esfarrapados vivendo do dinheiro público que o dudu mão de gato cury distribui aos milhões. sem contar a famigerada sabesp e a não menos famigerada general motors.

Brecht de Souza disse...

Propaganda é para a democracia o que a violência representa na ditadura

Propaganda is to a democracy what the bludgeon is to a totalitarian state.

Noam Chomsky

Anônimo disse...

Boca no trombone
O Éverton Luís merece o título de maior puxa saco do rádio. O pilantra não pode ver uma otoridade municipal que se desmancha em elogios. Que radialistazinho safado, ganhou até do nicoline.

Anônimo disse...

O jurista Ives Gandra da Silva Martins, principal expoente da seita fascista Opus Dei no Brasil, está preocupado com o avanço das esquerdas na América Latina. Num artigo raivoso na coluna Tendências/Debates da Folha de S.Paulo, ele destilou ódio e preconceito contra Hugo Chávez, Evo Morales, Fidel Castro e Lula. Ele aproveitou também para criticar a “falta de preparo” de governantes pelo mundo a fora e para oferecer seus cursinhos às novas gerações de dirigentes políticos. “Neste mundo atormentado por falsas lideranças e fantástica mediocridade, creio que valeria a pena a idéia, que propus em meu livro, de uma ‘escola de governo’... financiada pelos governos”. No meio do arrazoado direitista, um merchandising para os seus lucrativos negócios!
Após criticar o presidente Lula por elevar impostos que atingem principalmente os bancos, Ives Gandra encerra a safra latino-americana com mais uma esquizofrenia fascistóide. “É de lembrar que os três presidentes são amigos de um ditador que fuzilou, sem julgamento – os homicídios perpetrados nos famosos ‘paredóns’ –, muito mais pessoas que Pinochet”. Além de mentir sobre a realidade dos direitos humanos em Cuba, ele não consegue esconder a sua simpatia pelo regime ditatorial do Chile, que sempre teve o ativo apoio do Opus Dei. Até quando critica a “desastrada presidência de George W. Bush”, Ives Gandra alerta para “o risco do voto num outro populista despreparado para conduzir seus destinos” – talvez numa referência doentia a Barack Obama.
Entre a Daslu e o Opus Dei
Por: Marco Aurélio Weissheimer/Agência Carta Maior

Uma pequena nota intitulada “Cruz-credo”, publicada no “Painel” da Folha de São Paulo (17/01/2006), coloca gasolina na fogueira que começa a arder no ninho tucano. “Tucanos viram com apreensão a ligação de Alckmin à prelazia católica ultra-conservadora Opus Dei, feita por revista semanal. Acham que, com sinal trocado, pode causas estragos como a fuga de FHC à questão sobre seu ateísmo em debate de 85”, diz a nota. A revista em questão é a Época que em sua edição desta semana traz uma matéria de capa sobre “os segredos da organização mais poderosa e influente dentro da Igreja Católica”, o Opus Dei. A matéria de doze páginas conta, entre outras coisas, que o governador paulista é um dos políticos brasileiros com ligações mais estreitas com a organização. Os tucanos ligados a Alckmin desconfiam da autoria da nota, vendo nela as digitais do prefeito de São Paulo, José Serra. Mas, para além da guerra surda que ameaça se alastrar no PSDB, a nota da Folha e a reportagem de Época ajudam a mostrar algumas facetas obscuras do jeito tucano de ser e de agir.
BONITO ASSIM QUE SE FAZ POLITICA E RELIGIÃO, TODOS OS PODRES DESTE PARTIDO DE SOCIALITES DEMAGOGOS E BISSEXUAIS

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