domingo, 25 de janeiro de 2009

Crise, que Crise? Prefeitos do vale ganham mais que presidente da República

Enquanto Barack Obama congelou os salários de todos os seus assessores afim de dar exemplo frente a crise, aqui na terra brasilis, políticos -de-cobra, aumentam ao bel prazer seus próprios salários, pois querem assistir a crise de binóculos.

Recebendo proventos que chegam quase ao dobro do salário do presidente da República, os prefeitos de Lorena, Guaratinguetá, Pindamonhangaba e São José dos Campos, reajustam seus salários à vontade enquanto colocam-se ao lado de empresários calhordas que querem reduzir os salários dos trabalhadores.

A lógica suja é assim: Todo dinheiro para eles é pouco; qualquer dinheiro para o trabalhador que sustenta essa farra, é muito.

Como Marias Antonietas modernas, fecham os olhos para os problemas dos cidadãos rodeados por puxa-sacos de plantão, comendo brioches até vomitar.

Que o destino reserve à estes pústulas o mesmo que destinou ao delgado pescoço de musa Antonieta.

Jorge Saladino

6 Comentários:

Anônimo disse...

A tribo invisível ...

A dama Josefina Neves Mello ...


Joca Faria


Sobre a impressão de Cântico Negro de José Régio começo este texto vendo a interpretação de Bethania, João Vilaret , Nélio Fernando ao vivo e em cores e vivo num domingo sem jeito...Gente eu não bebo e estou de ressaca...Já dormi muito já li Jorge Saladino e a sua revolta tida e expandida para todos nós...Venho de longe de um sarau na Casa de Reginaldo, Zenilda e Brisa a quanto tempo não ia numa festa destas... Ai de mim... De uma dúvida entre o silencio e o som..Entre pecados e amores calados......Que povo doido e louco este da Tribo Invisível que Carlos Aguapé assim nos batizou... Num poema de duas páginas num Litter a anos atrás. Diz ele que em qualquer parte deste planeta que formos nos sempre encontraremos com os nossos da Tribo Invisível ...
Este sino que toca no silencio de minha cabeça ai de mim ai de ti ai de nós...Que sejamos felizes ao menos uma noite. E nesta tarde de ressaca a chuva cai cai cai...Feito nossas almas a beira do precipício...ai de nós neste fim de era já não há primavera? Ouço Vanusa e sua manhã de Setembro ...sem parar ..
Não sou só. Sou da invisível tribo...Não estou só ...Mas acompanhado por meu silencio ...Ai ai ai
de nós...
Cânticos e mais cântico negros ai de mim de ti e de vós ... Poesia no Prato na despedida de Josefina
Neves Mello nossa Josie...Vai mais volte o Rio de Janeiro entre praias e balas a espera a incansável espera terminou... Um dia estaremos em sarais em Copacabana ...Santos Chagas ontem estava entre nós vindo de Curitiba este povo que vai e volta e eu sempre aqui enraizado neste Vale do Paraíba eu que nunca parti e talvez nem partirei ai de mim ai de mim...Que sou daqui de terras Valeparaibanas eu quero um canto na Serra da Mantiqueira...Uma casa em forma de Vagina...
Quero uma bela mulher que me ame e que eu ame...Juntos a beira da mata façamos um infinito amor..Eu que estou a beira da meia idade que não conquistei o mundo...Sou apenas um cantar vagabundo na vós de Caetano...
Sou insonso e insano poeta...Sou uma voz sem voz neste tortuoso caminho a beira do desfiladeiro...
Ai de mim ai de ti ai de vós se não acharmos o real e tortuoso caminho...Que Jorge Saladino também está perdido sem nenhuma resposta ainda há verdade por onde anda nossa liberdade?
Venho de longe e não vejo nada entre este inferno e céu entre a dor e o amor...O que me faz escutar José Régio com infinitos interpretes qual o segredo dos segredos oculta um poema como este?
Eu que vivo na lama de minhas invejas da ausência de corpos sutis todos esfarrapado perdido nesta dimensão física quero voltar a mim a mim a mim. Quero é tornar me ser. E desço cada vez mais ao abismo ai de mim sem luz ...ai de mim sem luz...ai de mim sem luz...
Vou por aqui, como poderia ir por ai...Onde se esconde este fio que me leve a luz eu demônio nunca fui anjo?
Sou filho da matéria e não posso te contar o que já descobri você que se ache vou por aqui...Você que se ache...Será que eu me achei sendo ainda eu?
Tenho medo. Milhões de medo não tenho nada porque ainda estou aqui? Ir resolve? voltar resolve?
Não sei. Só sei que caminho diante de ti ...E de mãos dadas dançamos a ciranda. Comemos feijão de corda de Zenilda Lua. E tomamos suco de Umbú não nos resta nada além de achar a felicidade...
Ai de nós ai de vó z ai de mim então Nélio vou por aqui...Pois não tenho onde ir...Venho de longe, venho de longe e ao longe eu vou com ou sem vocês ....vou por aqui ???

João Carlos Faria

Mundo Gaia
Literatura, filosofia e arte

artegaia.blogspot.com

Luis Bento disse...

Igual como cá...

Oliver Pickwick disse...

E sem direito a uma última refeição.
Depois de uma pausa, estou de volta.
Um abraço e um feliz 2009!

Anônimo disse...

saladino beberei do seu blog para meus trabalho, veja sj 107,9 fm das 18:30 as 19:30hs

Anônimo disse...

Fique a vontade

Jorge

Anônimo disse...

Nunca vi uma região pra produzir tanto vagabundo safado na política como o Vale do Paraíba. Coitados daqueles políticos do Nordeste que fomentavam a "indústria da seca" perto deles!!

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